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domingo, 26 de junho de 2011

Novos Critérios Diagnósticos e Diretrizes para a doença de Alzheimer

A Associação Americana do Alzheimer em parceria com o Instituto Nacional do Envelhecimento dos Estados Unidos lançou no último mês de abril novas diretrizes para diagnóstico da doença.


Essas diretrizes resultam do trabalho, iniciado há cerca de dois anos, de mais de 40 pesquisadores de Alzheimer e de médicos de todo o mundo que decidiram revisar, com profundidade, as diretrizes até então utilizadas e decidiram incorporar os avanços obtidos nas pesquisas ao longo das três últimas décadas.

Agora, o Alzheimer será identificado como uma sucessão de estágios: a doença em si, com sintomas evidentes; o comprometimento cognitivo leve com sintomas brandos e o estágio pré-clínico, quando os sintomas são inexistentes, mas já ocorrem alterações cerebrais identificáveis.

As novas diretrizes incorporam o uso dos chamados biomarcadores – como o nível de determinadas proteínas presentes no sangue ou no líquido da medula – para realizar o diagnóstico e avaliação da doença, neste caso, para uso quase que exclusivamente de pesquisadores.



Fonte: http://www.alz.org





Postado por Gustavo Paes B. M. Martins

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Medicina ABC oferece curso para cuidadores de Alzheimer





O objetivo do curso é ajudar essas pessoas a entender sobre a doença e os cuidados necessários.
O curso pretende orientar os cuidadores para que entendam como lidar com o comportamento dos doentes. Isto faz com que o estresse seja menor e que a assistência seja melhor.
O ambulatório de geriatria da Faculdade de Medicina do ABC realiza atualmente cerca de 60 atendimentos por mês. Desses, entre 60% e 70% correspondem a casos de pacientes com mal de Alzheimer.

De acordo com o geriatra da faculdade Leonardo Bernal, 80% dos cuidadores são familiares, parceiros ou filhos. Estas pessoas nem sempre sabem como agir com o paciente.

Ele explicou que a doença não tem cura, mas o tratamento é fundamental para conter a evolução. "Um paciente, do diagnóstico até um estágio mais avançado, que leva à morte, leva cerca de oito anos. Já com o tratamento há um ganho, em média, de 12 anos."

O primeiro curso ocorreu em 7 de junho de 2011,às 19h, no Anfiteatro Paulo Goffi, no prédio Central da FMABC (Av. Príncipe de Gales, 821, Santo André – SP).

Informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4993-5435.